
sábado, 25 de abril de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Dicas de Moda

Nos desfiles da temporada de inverno 2009, os vestidos marcaram forte presença, nos mais diversos modelos e estilos. Apontados como uma tendência para esse inverno, os pull dresses, ou vestidos-suéter, que apareceram com frequência nos desfiles internacionais e já desfilaram pelos centros urbanos por lá, também deram as caras no Brasil. A idéia é explorar o conforto, a praticidade e a descontração por meio de uma peça que pode assumir diversas funções.
A peça, muito versátil, pode ser usada como um tipo de túnica bem atual, associada a calças dos mais diferentes formatos e cortes, mas também pode se transformar em um vestido curto, em combinação com meias grossas e botas de cano longo.
Os modelos que apareceram nas passarelas internacionais traziam uma modelagem mais ajustada nos quadris e cavas inteiriças, ou em balonês sutis, com barra alta em rib. Alguns apareceram com detalhes mais dramáticos, como golas grandes e volumosas. Nas vitrines já apareceram com mangas curtas ou cordões ajustadores.
Nas ruas, os modelos do vestido variam de acordo com o estilo individual, mas o conceito da modelagem apresentada nas passarelas é mais frequente. Em termos de beneficiamento, é possível observar já algumas variações, especialmente em efeitos estonados e padronagens.
Feitos em tricô, são uma das poucas grandes novidades do inverno 2009, seguindo a linha boyish, que é uma tendência que vem se mostrando forte a algumas temporadas. Estes vestidos serão vistos principalmente construídos em tramas mais pesadas, trazendo um verdadeiro revival da década de 80, com o estilo geek chic – o nerd sofisticado.
Penteado de Cabelo

Cabelos cobiçados, segundo Marco Antonio di Biaggi, em sentido horário: Patrícia Pillar, Madonna, Priscila Fantin e Isis Valverde
Em entrevista ao site da revista ANA MARIA, a terapeuta capilar Sheila Belloti afirma que o fio cresce, em média, um centímetro por mês. "O cabelo cresce a partir do bulbo capilar, no couro cabeludo. Qualquer agente externo que prejudique a saúde dessa região impede que o fio se desenvolva", alerta.
Uma dica para acelerar o crescimento das madeixas é ter um cardápio rico em vitaminas. As melhores opções são a vitamina A, presente no fígado, cenoura e leite; a C, que está em frutas cítricas; a E, presente no leite, abacate e ovo; a F, abundante nos óleos vegetais; e o zinco, que está em carnes.
Distúrbios hormonais também podem parar o crescimento dos fios. Por isso a necessidade de estar em dia com as consultas ao ginecologista e endocrinologista. Outro ponto fundamental: cuide da saúde dos seus fios. Cabelos quebradiços e com pontas duplas crescem de forma mais lenta, pois ficam mais fracos.
Também evite a água muito quente, pois ela pode causar irritações no couro cabeludo e deixa os fios muito oleosos, o que também inibe o crescimento. Por fim, deixe o cabelo respirar. Quando ele vive abafado em lenços, rabos ou coques, os fungos podem proliferar. Eles descamam o couro cabeludo, podem entupir os poros e impedir que novos fios capilares saiam.
tiradentes
Nascido em uma fazenda no distrito de Pombal, próximo ao arraial de Santa Rita do Rio Abaixo, à época território disputado entre as vilas de São João del-Rei e São José do Rio das Mortes, na Minas Gerais. O local de nascimento é uma ironia da história. o Marquês de Pombal foi arqui-inimigo de Dona Maria I contra a qual Tiradentes conspirou, e que comutou as penas dos inconfidentes.
Joaquim José da Silva Xavier era filho do reinol Domingos da Silva Santos, proprietário rural, e da brasileira Maria Antônia da Encarnação Xavier, tendo sido o quarto dos sete filhos.
Em 1755, após o falecimento da mãe, segue junto a seu pai e irmãos para a sede da Vila de São José; dois anos depois, já com onze anos, morre seu pai. Com a morte prematura dos pais, logo sua família perde as propriedades por dívidas. Não fez estudos regulares e ficou sob a tutela de um padrinho, que era cirurgião. Trabalhou como mascate e minerador, tornou-se sócio de uma botica de assistência à pobreza na ponte do Rosário, em Vila Rica, e se dedicou também às práticas farmacêuticas e ao exercício da profissão de vendedor de alho, o que lhe valeu a alcunha Tiradentes, um tanto depreciativa. Não teve êxito em suas experiências no comércio.
Com os conhecimentos que adquirira no trabalho de mineração, tornou-se técnico em reconhecimento de terrenos e na exploração dos seus recursos. Começou a trabalhar para o governo no reconhecimento e levantamento do sertão brasileiro. Em 1780, alistou-se na tropa da Capitania de Minas Gerais; em 1781, foi nomeado comandante do destacamento dos Dragões na patrulha do "Caminho Novo", estrada que servia como rota de escoamento da produção mineradora da capitania mineira ao porto Rio de Janeiro. Foi a partir desse período que Tiradentes começou a se aproximar de grupos que criticavam a exploração do Brasil pela metrópole, o que ficava evidente quando se confrontava o volume de riquezas tomadas pelos portugueses e a pobreza em que o povo permanecia. Insatisfeito por não conseguir promoção na carreira militar, tendo alcançando apenas o posto de alferes, patente inicial do oficialato à época, e por ter perdido a função de comandante da patrulha do Caminho Novo, pediu licença da cavalaria em 1787.
Morou por volta de um ano na cidade carioca, período em que idealizou projetos de vulto, como o bondinho do pão-de-açucar e a canalização dos rios Andaraí e Maracanã para a melhoria do abastecimento d'água no Rio de Janeiro; porém, não obteve aprovação para a execução das obras. Esse desprezo fez com que aumentasse seu desejo de liberdade para a colônia. De volta às Minas Gerais, começou a pregar em Vila Rica e arredores, a favor da independência daquela província. Organizou um movimento aliado a integrantes do clero e da elite mineira, como Cláudio Manuel da Costa, antigo secretário de governo, Tomás Antônio Gonzaga, ex-ouvidor da comarca, e Inácio José de Alvarenga Peixoto, minerador. O movimento ganhou reforço ideológico com a independência das colônias estadunidenses e a formação dos Estados Unidos da América. Ressalta-se que, à época, oito de cada dez alunos brasileiros em Coimbra eram oriundos das Minas Gerais, o que permitiu à elite regional acesso aos ideais liberais que circulavam na Europa.
Joaquim José da Silva Xavier era filho do reinol Domingos da Silva Santos, proprietário rural, e da brasileira Maria Antônia da Encarnação Xavier, tendo sido o quarto dos sete filhos.
Em 1755, após o falecimento da mãe, segue junto a seu pai e irmãos para a sede da Vila de São José; dois anos depois, já com onze anos, morre seu pai. Com a morte prematura dos pais, logo sua família perde as propriedades por dívidas. Não fez estudos regulares e ficou sob a tutela de um padrinho, que era cirurgião. Trabalhou como mascate e minerador, tornou-se sócio de uma botica de assistência à pobreza na ponte do Rosário, em Vila Rica, e se dedicou também às práticas farmacêuticas e ao exercício da profissão de vendedor de alho, o que lhe valeu a alcunha Tiradentes, um tanto depreciativa. Não teve êxito em suas experiências no comércio.
Com os conhecimentos que adquirira no trabalho de mineração, tornou-se técnico em reconhecimento de terrenos e na exploração dos seus recursos. Começou a trabalhar para o governo no reconhecimento e levantamento do sertão brasileiro. Em 1780, alistou-se na tropa da Capitania de Minas Gerais; em 1781, foi nomeado comandante do destacamento dos Dragões na patrulha do "Caminho Novo", estrada que servia como rota de escoamento da produção mineradora da capitania mineira ao porto Rio de Janeiro. Foi a partir desse período que Tiradentes começou a se aproximar de grupos que criticavam a exploração do Brasil pela metrópole, o que ficava evidente quando se confrontava o volume de riquezas tomadas pelos portugueses e a pobreza em que o povo permanecia. Insatisfeito por não conseguir promoção na carreira militar, tendo alcançando apenas o posto de alferes, patente inicial do oficialato à época, e por ter perdido a função de comandante da patrulha do Caminho Novo, pediu licença da cavalaria em 1787.
Morou por volta de um ano na cidade carioca, período em que idealizou projetos de vulto, como o bondinho do pão-de-açucar e a canalização dos rios Andaraí e Maracanã para a melhoria do abastecimento d'água no Rio de Janeiro; porém, não obteve aprovação para a execução das obras. Esse desprezo fez com que aumentasse seu desejo de liberdade para a colônia. De volta às Minas Gerais, começou a pregar em Vila Rica e arredores, a favor da independência daquela província. Organizou um movimento aliado a integrantes do clero e da elite mineira, como Cláudio Manuel da Costa, antigo secretário de governo, Tomás Antônio Gonzaga, ex-ouvidor da comarca, e Inácio José de Alvarenga Peixoto, minerador. O movimento ganhou reforço ideológico com a independência das colônias estadunidenses e a formação dos Estados Unidos da América. Ressalta-se que, à época, oito de cada dez alunos brasileiros em Coimbra eram oriundos das Minas Gerais, o que permitiu à elite regional acesso aos ideais liberais que circulavam na Europa.
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